quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Carta de uma bruxa


Eu sou uma bruxa. Não trabalho para o demônio, não estou interessada no Satã. Satã foi inventado pelos cristãos. Satanismo é uma forma de cristianismo. Eu não sou um cristão. Eu não vou a igreja aos domingos. Eu não temo ir para o inferno porque eu acredito no inferno tanto quanto acredito no Satã.


Eu acredito em reencarnação; que voltarei para este mundo ou outro, e viverei outra vida. Eu não sou má. Dizer às pessoas que eu sou uma “boa bruxa” ou perguntar-me se sou uma boa bruxa implica que há más bruxas. Há pessoas más no mundo, e há pessoas que escolhem usar com as forças da natureza no propósito para fazer mal aos outros; essas pessoas não são bruxas. A lei principal da bruxa é “Faça o que quiseres sem a ninguém prejudicar”.


Por favor, não me pergunte sobre sacrifício de gatos ou profanação igrejas. Eu amo meus gatos. E eu não vou a igrejas e sinagogas a menos um amigo de outra religião me convide para uma ocasião especial. E se tenho que entrar numa igreja, eu não vou sofrer um “ataque divino”. E se um cristão, ou um Judeu, ou um budista vem a um ritual pagão, nossos deuses não atacarão até morrer. Não é isso algo a se pensar? Vestir um pentáculo não é diferente que vestir uma cruz, crucifixo ou uma estrela de Davi. Se você quer que eu retire o símbolo da minha religião (e Wicca é uma religião, protegida pela mesma Primeira Emenda dos Direitos como outras religiões) por que é ofensivo, você precisa fazer com que cada um de cada religião o faça também. Os cinco pontos da estrela simbolizam os cinco elementos: Terra, Ar, Fogo e Água, e o quinto ponto é o Espírito. Circundado pelo Mundo. Como que pode ofender, não dá para imaginar. Uma imagem de um torturado, um homem agonizando é mais ofensiva, e mesmo assim, milhares de pessoas usam crucifixos todo dia.


Também, não me pergunte se eu estou num coven com aquele jeito horripilante, meio aquele tom de voz “fascinada”. Se eu quero falar sobre meu coven, eu irei educá-la. Se sou um praticante solitário, eu não tenho coven para discutir. Em qualquer caso, em nossos rituais temos velas, comida, bebida, poesias, dança… Sim, há uma faca, mas ela só corta o ar, e não carne de alguém. Eu não bebo sangue. Não sou a mesma coisa que vampiro. Eu visto preto porque isso mantém a negatividade fora e porque fica melhor em mim que laranja e bolinhas roxo/púrpura.


Se você quer me perguntar algo relacionado a minha religião, pergunte-me quando a próxima lua cheia vai chegar. Ou melhor, quando a próxima lua azul vai chegar. Ou pergunte o que é a lua azul. E Pergunte-me sobre ervas. Cristais. Curas. Às vezes me pedem para fazer uma poção do amor. Mas eu não lanço feitiços em outras pessoas e não lançarei um feitiço em você para ficar linda, magra, mais atraente. E eu não vou lançar um feitiço no seu “desejado” para fazer ele te amar. Acredite-me, você não quer isso. Isso é forma de manipulação, mandar em alguém, infringe na sua liberdade. Não é bom para ninguém. E também não vou lançar um feitiço para alguém parar de fazer algo contigo.


Magia funciona como uma co-criação. Uma bruxa funciona com energia universal, com os deuses, “inclinando” a máquina de probabilidade para algo. Precisa de dinheiro? Não tente enfeitiçar seu chefe a dar um aumento. Simplesmente peça ao Universo que aumente os “fluidos” de abundância e prosperidade em sua direção. Isso não afeta ninguém.


Última coisa; dar-me um livro sobre a inquisição é como dar um livro sobre o Holocausto a um judeu. Não é engraçado, é rude. Por favor, não tente me deixar envergonhada com o que faço ou o que sou. Por favor não tente me converter ou me “salvar”. Não atire água benta em mim. Não me deixe “santinhos” sobre minha mesa ou pára-brisa. Eu não necessito ser salva. Nós somos orgulhosas pelo fato de não precisarmos recrutar pessoas para serem bruxas. Nós simplesmente somos, e todos a nossa volta nos verão como pensamos, como agimos, na nossa paz interior, e só quando uma pessoa diz “como faço para me tornar um bruxa?” Nós a fazemos adentrar conosco.


Eu nunca irei deixar uma propaganda da religião com alguém. Eu não tenho uma propaganda, a não ser que considere esta carta como uma. E eu não estou interessada em convertê-lo. Eu só peço a você que me compreenda. E se não quiser me compreender, apenas me deixe sozinha. Abençoados sejam,


Uma Bruxa



- Esta carta é de autoria desconhecida e circula há muitos anos pela internet. Download Kings Of Leon - Cold Desert

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Vitreau _ Arte Gótica

Na Baixa Idade Média, o desenvolvimento comercial europeu abriu espaço para novas possibilidades estéticas. As igrejas, na qualidade de grande reduto de pessoas e representantes do poder clerical da época, foram tomadas por novas técnicas de construção que marcam o surgimento do estilo gótico. Em geral, as construções eram bastante ricas e detalhadas, demonstrando justamente todo o progresso técnico e material que o renascimento comercial havia proporcionado.

Um dos mais marcantes elementos decorativos que aparecem nessas igrejas são os vitrais, que formavam imensas e coloridas janelas que, muitas vezes, apresentavam desenhos geométricos ou representavam um santo ou uma passagem do textobíblico. Sobre esse aspecto, ainda vale ressaltar que os vitrais permitiam a elaboração de um vibrante jogo de luzes constituído a partir da combinação de peças de vidro das mais variadas cores.

Para se obter um vitral, o artesão dessa época deveria inicialmente realizar o processo de coloração da peça de vidro. Costumeiramente, o vidro cru era misturado a outras substâncias químicas que, ainda na fase de derretimento, determinavam a obtenção de certa tonalidade. Dessa forma, a peça de vidro ainda ficava colorida sem bloquear completamente a passagem de luz pelo material. Cumprida essa primeira etapa, o vidro aquecido era moldado.

Nesse processo, o artesão depositava uma pequena quantidade de vidro fundido na ponta de um tubo oco. Logo depois, ele assoprava a outra extremidade do tubo formando uma bolha de vidro modelável. A manipulação dessa bolha acontecia somente até o momento em que a bolha ganhava o formato de um cilindro. Alcançada essa etapa, era realizado um corte longitudinal nas duas extremidades do cilindro, transformando-o em um cilindro oco.

Superado esses primeiros trabalhos, o cilindro oco sofria um corte e o vidro era moldado até se transformar em uma placa. Cada uma das placas era devidamente resfriada e depois recortada com a ponta de um diamante, que reproduzia o formato que o vitral deveria assumir na composição de uma imagem. Dando sequência ao trabalho, o artesão fazia algumas pinturas opacas em que os traços fisionômicos da imagem a ser formada eram finalmente definidos.

Finalmente, após todo o trabalho com o vidro, as pequenas placas eram encaixadas em uma estrutura metálica conhecida como “perfil de chumbo”. Unidas, as placas eram capazes de materializar grandes composições em que se reproduziam algum relato bíblico ou a imagem de um santo. Após a sua montagem, o perfil de chumbo era encaixado nas aberturas das paredes das catedrais. O requinte, a complexidade e os vários materiais que envolviam a fabricação de um vitral gótico nos mostram a consolidação de um novo ideal estético marcado pela luminosidade e a variação de tons. Somente com o intercâmbio promovido pelo comércio é que podemos imaginar a existência de um processo técnico cercado por tantas exigências. Assim, os vitrais, ao iluminarem as igrejas, também reafirmavam um novo período da história medieval.


Escrito por - Rainer Sousa Graduado em História ( Equipe Brasil Escola )

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Eleições inSeguras

Isso não tem muito haver com a comunidade mas é um assunto
importante que instiga a pensar-mos nas nossas escolhas,
sem mais vamos direto ao assunto.



Uma verdade absoluta na informática, nada é inviolável,
e isto é uma coisa que nem a perfeita urna eleitoral brasileira escapa.

A chance disso acontecer é pequena somente pelo fato dela não ter ligação com o meio externo, a menos que alguém tenha acesso físico a ela e ponha um dispositivo wirelles ou utilize uma antena potente para captar as perturbações eletromagnéticas produzidas por ela como um técnico fez no ultimo teste realizado pelo TSE. O fato do rapaz ter utilizado um simples rádio gravador de bolso mostra que essas urnas são mais frágeis do que parece.

O rapaz explica como fez isso:
"Enquanto eu digitava na urna, rastreava através do rádio pra ver se detectava alguma interferência. Consegui rastrear a interferência que isto provocava na onda, gravando um arquivo WAV com estes sons".
Após gravar ele simplesmente associou o som gravado com o de
apertar as teclas de um telefone e descobriu o voto.

A técnica utilizada na expêriencia se chama "Van Eck Phreaking"
e está técnica foi muito utilizada durante as duas guerras e a
guerra fria no intuito de interceptar informações importântes nas comunicações dos adversários.

Depois falam mal dos produtos "made in China".

Agora quero ver TSE, manda outra.

Epic fail.

















domingo, 1 de novembro de 2009

Victoria Francés


Nascida em Valência aos 25 de outubro de 1982.

Em terras galegas transcorreu sua infância, cujo ambiente marcará o que posteriormente será sua obra artística.
Com a idade de 17 anos, decide realizar uma série de viagens que lhe deram nova experiências pessoais e artísticas. Isto, porque a essência das cidades como Paris, Londres, Veneza e Gênova, inspiraram o que foi sua primeira obra ilustrada chamada Favole, publicada pela Norma Editorial em abril de 2004.

Com a trilogia Favole, Victoria Francês deixa a constância de sua atração pelos ambientes que deram vida as obras literárias e lendárias que deram origem ao gênero gótico.
Em cada um dos três volumes, suas ilustrações se prendem a bosques e castelos, desprovidos de claridade, lembrando assim o universo obscuro do romantismo gótico.
Influenciada pela expressão das pinturas detalhadas, nos demonstra uma temática que nos conduz a um mundo simbolista, mágico e ancestral. Todo o sofrimento dos seres proscritos deste mundo, se manifestam em forma de obscuros castelos e mansões de parda iluminação, encontrando-se, também, latente a influência de Goethe, Edgar Allan Poe, Baudelaire e Bram Stocker.


Ao mesmo tempo em que conclui seus estudos na Facultad de Bellas Artes de Valencia, a trilogia Favole se convertia em obra revelação de Salones Del Cómic, destacando entre estes, El Salón Del Cómic de Barcelona, e conquistava êxito em todos os países onde era publicada.


No ano de 2007, depois do êxito consagrado de seu debut no mundo da ilustração, Victoria Francês iniciou o que seria a continuação de sua carreira artística, apresentando seu próximo trabalho El Corazón de Arlene, publicado por Planeta de Agostini em abril de 2007.


Influenciada pela estética do universo “Dollfie”, Victoria Francês explora um novo mundo de fantasia e cujas ilustrações mesclam a ilusão de um mundo mágico e onírico com a realidade social e caótica que nos envolve atualmente.

Esta mesma realidade se mostra dura e implacável ,num mundo onde as carências, marginalidade, guerras e doenças contrastam com um mundo de esperança que todos os seres humanos buscam em seus sonhos. El Corazón de Arlene é um sentimento em busca de uma esperança, uma alegoria a formosa textura das cicatrizes que marcam nossos corpos...

Atualmente, Victoria Francês trabalha em uma contínua experimentação de diferentes estilos e temáticas, mas sempre com o único objetivo em suas lâminas, a busca da luz na obscuridade...


• Fonte:

• http://www.victoriafrances.es/main.php

Tradução do texto: Morceguinha Midnight.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Novo funeral para Edgar Allan Poe!


E lá vem mais uma tentativa de corrigir os erros do passado... Edgar Allan Poe, morreu na miséria seu funeral contou com apenas sete amigos fieis que o velaram e enterraram num modesto caixãozinho, issso lá em 1849! Agora a cidade em que faleceu o autor, querendo promoção e quem sabe, redenção, veio com essa:

Depois de 160 anos Edgar Allan Poe recebe funeral apropriado

Discursos do enterro em Baltimore serão feitos por atores, que devem interpretar nomes como Conan Doyle e Alfred Hitchcock

Para Edgar Allan Poe, 2009 foi um ano melhor do que 1849. Depois de dezenas de eventos em diversas cidades para marcar o 200 º aniversário de seu nascimento, ele está prestes a receber o funeral grandioso que um escritor de sua altura deveria ter recebido quando ele morreu. Cento e sessenta anos atrás, Poe estava empobrecido e foi encontrado delirante e em perigo em uma taberna de Baltimore. Ele nunca foi coerente o suficiente para explicar o que tinha acontecido desde que deixou Richmond, Virgínia, uma semana antes. Ele passou quatro dias em um hospital antes de morrer aos 40 anos no dia sete de outubro de 1849. Neilson Poe, primo do autor, nunca anunciou publicamente a sua morte. Menos de 10 pessoas compareceram ao funeral apressado para um dos maiores escritores do século 19. E as injustiças começaram ali. A lápide de Poe foi destruída antes que pudesse ser instalada, quando um trem descarrilou e bateu em um canteiro do jardim. Rufus Griswold, um inimigo de Poe, publicou um obituário acusatório que danificou a reputação do escritor por décadas. Baltimore tem uma vantagem decisiva sobre as outras cidades que reivindicam a Poe, observa a diretora Doreen Bolger. "Temos o corpo", disse ela. Jerome disse que chegou a receber ligações de pessoas que achavam que ele estava indo exumar os restos de Poe e enterrá-los novamente. "Quando eles desenterraram o corpo de Poe em 1875, para movê-lo, era praticamente ossos, disse Jerome. "Eu vi restos de pessoas que estiveram no terreno desde aquele período de tempo, e não há quase nada." Em vez disso, Jerome encomendou ao artista Eric Supensky, especialista em efeitos especiais, a criação assustadoramente realista do cadáver de Poe. "Eu tenho arrepios", disse Jerome segunda-feira (5), ao ver o corpo pela primeira vez. "Isso vai irritar os outros”. O corpo será velado na sede por 12 horas na quarta-feira (7). Os visitantes serão convidados a prestar suas homenagens. Na manhã de domingo, uma carruagem de transporte levou a réplica do corpo de Poe de sua antiga casa para o cemitério para o enterro. O ator John Astin, conhecido como personagem Gomez Addams de "A Família Addams", serviu como mestre de cerimônias. O funeral é, sem dúvida a coroação dos eventos em homenagem ao aniversário de 200 anos de nascimento de Poe. Junto com Baltimore - onde passou alguns dos seus magros anos, em meados da década de 1830 - Poe viveu ou tem fortes ligações com Boston, Nova York, Filadélfia e Richmond. O Edgar Allan Poe Museum, em Richmond, fez uma reencenação último fim de semana de sua morte. Aqueles com um interesse mais acadêmico em Poe puderam participar da conferência anual da Associação de Estudos sobre Poe de quinta (08/10 ) a domingo (12/10 ), na Filadélfia. Finalizando: Esta cerimõnia, organizada pelo “Poe Museum”, está igualmente enquadrada na comemoração dos 200 anos passados do nascimento do escritor. Para o sistema da Reuters TV, Jeff Jerome, curador do museu, afirmou que “havia muito pouco a fazer com o nascimento”, o que levou à recriação do funeral de Poe. Numa cerimõnia de pompa e circunstância que decorreu este domingo, centenas de fãs foram-se reunindo para prestar a sua homenagem ao mestre do terror, alguns vestidos a rigor com indumentária própria da época, procurando até encarnar personalidades que conheceram o escritor ou que se inspiraram nele, como Walt Whitman, Charles Baudelaire e Alfred Hitchcock, relata a Reuters.

Obras importantes de Edgar Allan Poe:
“Os Crimes da Rua Morgue”, “A Carta Roubada”, “O Mistério de Maria Roget”, “Eureka” e “A Narrativa de Arthur Gordon Pym”.


* Este texto é um resumo das matéria publicadas por: euronews - Zero Hora - CBS News - Reuters



domingo, 11 de outubro de 2009

DEPRESSIVE BLACK METAL – Estilo DBM


É o estilo mais depressivo do black metal. Contêm harmonia simples porem muito profunda e triste, uma melodia quase que inerte porém, impactante. suas letras abordam: Suicídio, auto mutilação, sofrimento, dor e desespero. Em suma, Niilismo.

Para quem não sabe, Niilismo é um termo e um conceito filosófico que afeta as mais diferentes esferas do mundo contemporâneo (literatura, arte, ciências humanas, teorias sociais, ética e moral). É a desvalorização e a morte do sentido, a ausência de finalidade e de resposta ao “porquê”. Os valores tradicionais se depreciam e os "princípios e critérios absolutos dissolvem-se". "Tudo é sacudido, posto radicalmente em discussão. A superfície, antes congelada, das verdades e dos valores tradicionais está despedaçada e torna-se difícil prosseguir no caminho, avistar um ancoradouro".
O niilismo pode ser considerado como "um movimento positivo” – quando pela crítica e pelo desmascaramento nos revela a abissal ausência de cada fundamento, verdade, critério absoluto e universal e, portanto, convoca-nos diante da nossa própria liberdade e responsabilidade, agora não mais garantidas, nem sufocadas ou controladas por nada". Mas também pode ser considerado como "um movimento negativo” – quando nesta dinâmica prevalecem os traços destruidores e iconoclastas, como os do declínio, do ressentimento, da incapacidade de avançar, da paralisia, do “tudo-vale” e do perigoso silogismo ilustrado pela frase do personagem de Dostoiévski: "Se Deus está morto, então tudo é permitido". Entende-se por Deus neste ponto como a verdade e o princípio.

Prosseguindo...

O estilo DBM também pode ser encontrado no Dark ambient, porém é um estilo muito sombrio e mórbido. Tão profundo que recomenda-se ouvir bandas que semguem o Depressive Black Metal sozinho pois seus acorde e palhetadas morbidas levam o ouvinte a um momento de reflexão profunda. Bandas como: Xasthur, Anti e When Mine Eyes Blacken são exemplos de bandas que tocam o metal extremo copm ideologia DBM. Existem algumas músicas que são rápidas e agressivas, mas em geral, as musicas são lentas e com um vocal desesperado refletindo todos seus alicerces suicida e depressivo. O gênero não requer: amizades, amor, felicidade. Este gênero não é para qualquer um ouvir, muitas pessoas hoje em dia ouvem e não sabem o significado do gênero, só ouvem porque tem depressão ou gostam do som da atmosfera.

Bandas:

Abyssic Hate
Anti
Austere
Beatrik
Cold World
Forgotten Tomb
Forgotten Woods
Funeral Dirge
Gallhammer
Hypothermia
I Shalt Become
Isolation
Kyla
Life is Pain
Lyrinx
Make a Change...Kill Yourself
Nortt
Nyktalgia
Öde
Shining
Silencer
Skitliv
Sterbend
Thy Light
Trist
Xasthur

Twilight/Crepúsculo - O livro


Tudo bem, acho essa história uma baboseira sem fim, um Romeu e Julieta bastante bobo com pitadas de ação ao estilo da série Verônica Mars e Hobbin Hood ( porque se não houvessem, ninguém agüentava ) que para mim não dá diante de tantos clichezinhos mas que para quem gosta de tramas teen é um prato cheio.

Então, vamos ao livro que embora menos ruim, nada tem de novo: Crepúsculo (Twilight) é um livro sobre da autoria de Stephenie Meyer. Publicado originalmente em capa dura, em 2005, este livro é a génese da saga Twilight, onde Bella Swan é apresentada ao leitor, como uma estudante que se muda de Phoenix, Arizona, para Forks, Washington, colocando sua vida em risco ao apaixonar-se pelo vampiro Edward Cullen. O romance ganhou diversos prêmios, incluindo o "Top 10 Livros para Jovens Adultos" da American Library Association, entrar na lista de Best sellers do New York Times e Best selling de 2008, no USA Today.


A história:


Bella Swan decide mudar-se da ensolarada Phoenix, Arizona para a chuvosa cidade de Forks, Washington, para viver com seu pai, Charlie, o chefe da polícia local. Segundo ela, a sua mãe (Renée) sentia-se triste por não poder acompanhar o seu novo marido (Phil Dwyer) aos jogos de basebol, pois este é um jogador da segunda divisão e, então, Bella decide mudar-se para dar mais espaço ao casal.
A jovem não tinha muitos amigos em Phoenix, mas apesar disso, ela gostava do lugar, pois o Sol brilhava sempre por lá. Pelo contrário, Forks é uma das cidades dos Estados Unidos onde mais chove durante o ano, apresentando dias muitíssimo nublados. A chegada de Bella a Forks desperta imensa curiosidade em toda a gente. Esta é uma cidade pacata, onde todos se conhecem e, por isso, a sua vinda era bastante aguardada. Na escola, Bella conhece vários colegas logo no primeiro dia de aulas e torna-se amiga de Mike, Jessica, Angela, Eric e Tyler. Bella depressa descobre como seria monótona e entediante a sua vida em Forks, caso Edward Cullen, o lindo e misterioso rapaz que se senta a seu lado na aula de Biologia, não lhe despertasse tanta curiosidade e servisse de escape à sua rotina diária. No primeiro dia que ela o vê, Edward aparenta sentir repulsa por ela, chegando mesmo a tentar mudar os seus horários para evitá-la. No entanto, quando uma van fora de controle está prestes a atropelar Bella no estacionamento, Edward salva-a do perigo sobrenaturalmente, como é percebido pela jovem, que assinala que ele estava muito distante de si para poder puxá-la da trajectória do veículo e que, a mossa deixada no automóvel após o embate, era em tudo semelhante à estrutura dos ombros do rapaz. Edward recusa-se, todavia, a falar sobre o assunto. Bella evita falar com ele durante algum tempo, mas no dia em que ela vai com as suas amigas até Port Angeles, mete-se, de novo, em apuros, de modo que Edward salva-a novamente. A partir deste instante, a cada passagem do livro, ambos acabam por se tornar cada vez mais próximos. Ela acaba descobrindo por seu amigo Jacob Black, da tribo Quileute, que Edward e a sua família (os Cullen) são vampiros vegetarianos, ou seja, que não se alimentam de sangue humano. Apesar da natureza da família Cullen, Bella e Edward apaixonam-se e conseguem manter-se juntos durante algum tempo. A sua relação aparentemente perfeita só é, no entanto, lançada ao desespero quando James (um vampiro rastreador) pousa os seus olhos em Bella. Após ter fugido do seu acossador, a jovem vê-se obrigada a reencontrá-lo, sob a suspeita deste ter sequestrado a sua mãe. Bella dirige-se a um antigo estúdio de balé, no qual dançava quando era pequena, e onde James pretende sugá-la até à morte. Edward, junto com os outros membros da família Cullen, consegue porém resgatá-la, antes que James consiga pôr termo à sua vida.

Afffffffff...