domingo, 11 de outubro de 2009

Turismo Cemiterial


O turismo em cemitério tem como foco principal a exploração do patrimônio artístico e arquitetônico; para isso, alguns cemitérios até foram transformados em cemitérios-museu. Um outro motivo que move o turismo cemiterial é a busca de personalidades, que mesmo depois de mortas continuam sendo veneradas (até mais do que quando estavam vivas).
Para poder conservar os mausoléus, no caso dos cemitérios-museu, a saída encontrada foi a mercantilização do espaço, ou seja, além de alguns eventos que são realizados o visitante é obrigado a pagar uma entrada. Outro que busca os cemitérios como fonte de pesquisa é o cemiteriólogo.

Os roteiros de Arte Cemiterial têm relação da produção artística com as crenças sociais e religiosas da época. Os cemitérios de Porto Alegre têm atraído grande público por possuir monumentos de grande relevância artística e por reunir túmulos de pessoas famosas, entre artistas e políticos importantes para o estado e para o país. Os antigos cemitérios da capital, verdadeiros museus ao ar livre, reúnem mais de 300 obras de arte produzidas, especialmente entre 1820 e 1940, por artistas europeus e locais. Esse impressionante acervo de estatuário e ornamentos fúnebres pode ser visto em túmulos de personagens notáveis da cidade e outros anônimos.


No goticismo clássico em que se adota o gosto por cemitérios, torna-se certo que estes locais podem nos dizer muita coisa sobre a cultura de um local, até mesmo sobre a religião e a variação da configuração econômica deste na linha do tempo.

Existem cemitérios que contém obras de arte de grandes escultores e pintores, que dificilmente se encontrariam em museus.

Os cemitérios me trazem um sentimento de paz, e até mesmo de reflexão sobre a vida. Por fim, o cemitério é “gótico” em essência, devido à concepção artística do mesmo e ao fato de não ter mudado muito do período medieval em relação a atual modernidade. Sei que muitos góticos clássicos também apreciam essas características, mas não necessariamente para ir namorar, conversar ou fazer algum tipo de ritual ou ponto de encontro no cemitério; certo que é um local de contemplação e que contém muita beleza.

55 Regras fundamentais para ser um gótico (a):


Vamos lá, um pouco de humor não faz mal a ninguém, afinal góticos também gostam de se divertir!
Aqui temos algumas regras, @h@h@h!!!
Bjssssssssssss e divirta-se!

55 Regras fundamentais para ser um gótico (a):

1. Você é único gótico do mundo.
2. Todos os outros que se dizem góticos são posers.
3. Só você sabe o que é goticismo.
4. Você é descendente dos godos, mesmo desconhecendo-os.
5. Seja Wicca.
6. Odeie o catolicismo.
7. Ame cruzes, cemitérios e catedrais góticas, mas se perguntarem sobre as 2 regras anteriores mude de assunto.
8. Só use preto e sem estampa.
9. Não há bandas de Gothic Metal.
10. Use camisas de bandas de Gothic Metal e, novamente, desconverse se perguntarem sobre as duas regras anteriores. Claro, sem estampas!
11. Os únicos acessórios permitidos são cruzes e/ou símbolos pagãos
12. Ame a noite.
13. Chingue o sol.
14. Mas não saia de noite porque é perigoso e podem roubar seus acessórios
15. Gothic Metal não existe.
16. Que fique bem claro Gothic Metal não existe.
17. Seja fã de Lacrimosa, Lacrimas Profundere, Entwine, Silent Cry, Sirenia, Tristania, The Sins of Thy Beloved, Theatre of Tragedy, The Gathering, entre outros.
18. Diga que essas bandas não são góticas.
19. Afinal Gothic Metal não existe e se existisse você não ouviria.
20. Gótico mesmo só The cure, Dead Can Dance, Lacrimosa… ops, Lacrimosa é metal, logo não é gótico.
21. Seja cabeludo.
22. Ou não.
23. Seja triste.
24. Seu cabelo deve ser negro como a noite e como o sofrimento que existe em sua alma.
25. Se for mulher você pode ser ruiva ou galega desde que sua pele seja branca como neve.
26. Faça chapinha porque cabelo liso é mais gótico e demonstra suas raízes godas (mesmo sem ainda saber o que diabo são godos).
27. Seja um poeta.
28. Tenha centenas de poesias falando sobre amor, sexo, tristeza, solidão e morte.
29. Nunca mostre suas poesias para ninguém.
30. Diga que poderia publicar um livro com elas, mas não o faz porque são poesias muito íntimas.
31. Seja pacífico.
32. Brigue com todos que se dizem góticos e mostre que somente você é gótico.
33. Tenha milhares de amigos góticos.
34. Se encontrem e discutam já que cada um se acha a ultima coca-cola gelada no deserto.
35. Tenha certeza que sempre está parecendo com um gótico.
36. Visite cemitérios.
37. Tire fotos em cima das lápides.
38. Nunca ande sem sobretudo.
39. Beba muito vinho.
40. Seja movido a vinho.
41. Não vá para festas pq isso tornaria você feliz, mas você é triste.
42. Viva em boates.
43. Dance com sua sombra.
44. Edite TODAS as suas fotos para preto-e-branco.
45. Só tire fotos de noite.
46. Caso tire de dia, edite-a para parecer noite.
47. Use batom preto.
48. Odeie toda música que não seja gótica.
49. Odeie principalmente as bandas que se dizem Gothic Metal, mas escute-as escondido (para falar mal depois, é claro).
50. Monte uma banda de true Northern Gothic Norwegian Metal e diga que só faz parte porque gosta de tocar.
51. Não fale/escreva português corretamente, mas seja fluente em inglês ou alemão ou norueguês.
52. Odeie emos.
53. Odeie todos que não são góticos.
54. Odeie o mundo inteiro, afinal você é o único gótico.
55. Se você já faz tudo isso. Mate-se!

sábado, 10 de outubro de 2009

Bonecas Góticas – Uma idéia genial!


Ser gótico não é um querer ou optar, já se nasce assim com a alma livre para experimentar e explorar o lado sombrio da noite, viajar na névoa, entender seus recantos escondidos sem medo, viver de forma livre e expressar seus sentimentos. E isso começa em tenra idade, já com as primeiras perguntas na fase do “porque?”...

As pessoas na maioria não compreendem essa forma de ser denominada estilo gótico, habituadas que estão a esconder seu verdadeiro eu, seus rostos que raramente expressam o verdadeiro reflexo de suas mentes e sentimentos.

Quem ousa mostrar-se verdadeiro em um mundo de tantos disfarces, finda por tornar-se estranho...

Mas para todos os estilos ( mesmo para nós obscuros ) existem objetos de consumo, naturalmente!

Sendo assim, surgiram na Europa as bonecas góticas.

As meninas adeptas do goticismo aqui no Brasil, ao descobrirem essa novidade começaram a importar nos sites especializados, mas tudo muito caro...

Agora, além de sites nacionais já temos as lojas especializadas nelas no Rio e em São Paulo.

São muito lindas!

Ah, se na minha geração dark elas estivessem no mercado... Teria adquirido a coleção toda!

@h@h@h!!!

Bjsssssssssssssssssssss


sexta-feira, 9 de outubro de 2009

O vampiro


O Vampiro tem a maravilhosa característica de ter sido humano. É um ser especial, um deus, o qual podemos nos tornar.

Para o Vampiro não há céu nem inferno, um paradoxo a caminhar primevo entre os mundos, Morto-vivo. Outrora homem, agora antideus. Sua antivida é pautada pela violência, sede de sangue, paixão e terror, o horror que se esconde nas sombras. Quebrando e destruindo todas as normas, regressando ao atavismo mais profundo. Um ser habitante do limbo, um limbo glorioso, isso é o vampiro. Sua ocorrência geográfica a tudo engloba, dos Bálcãs ao Egito, dele aos confins das florestas equatoriais da Amazônia e, é claro, até as distantes galáxias. Civilizações, como Sumerianos, Babilônicos, Indianos e os povos Hebreus, Maias e Astecas conviveram com o fenômeno do Vampirismo. Seus ataques foram registrados à luz do dia, e à luz da Era das Luzes, dividindo o palco com Diderot e Voltaire em plena era do Iluminismo. Deixando o racionalismo de cabelo em pé, o epicentro dos ataques não foi algum confim distante, mas o esclarecido Império Austro-Húngaro, justamente a Áustria que seria a pátria de Sigmund Freud. Desde Arquétipo desconcertante, deste tabu é que trataremos neste livro, pois o vampiro está ali no espelho, repousando, destruindo e salvando, afinal além de matar sua vítima ele confere a vida eterna.

- Trecho do livro Vampiros
Autor: Marcos Torrigo.

Drácula


Historicamente provado ele existiu, mas não como um vampiro. Seu nome é Vlad Tepes, ou Vlad Dracula, mais exatamente Vlad III. Vlad Dracula tem sido confundido com a moderna lenda dos vampiros que é difícil ignorá-lo.Todos sabem quem Vlad Drácula foi. De acordo com a história , Vlad Dracula, também conhecido como Vlad, o Empalador (Tepes), foi um príncipe no país da Transilvânia durante o século XV. Por causa de sua extrema crueldade, ele ficou conhecido como Dracula, que significa "filho do Dragão". Ele era tão maléfico que as pessoas acreditavam que ele era um vampiro, ou pelo menos tinha um acordo com o diabo. Vlad III viveu de 1431 a 1476, foi de fato o governante de uma região vizinha conhecida como Valáquia. Originalmente parte do Império Romano conhecido como Dácia. Estas áreas estavam sobre o controle da Hungria em torno do século XI.Ele nasceu numa cidade da Transilvânia chamada Sighisoara em 1431 enquanto seu pai, Vlad II, estava vivendo exilado. Vlad II estava tentando conseguir apoio para ter de volta o trono de Valáquia de Alexandre I. Nada mais se sabe sobre a infância de Vlad III. Ele teve dois irmãos, Mircea e Radu. Sua educação primária foi dada por sua mãe. Sua verdadeiro aprendizado veio mais tarde, após seu pai recuperar o trono, eliminando Alexandre. Sua educação fora típica para a época. Foi-lhe transmitido elementos que o tornariam um perfeito cavaleiro cristão, incluindo combate pessoal, coisas relacionadas com a guerra, táticas, etc. Mesmo depois de Vlad II ter retornado ao trono, a situação da Valáquia era instável. Guerra após guerra Vlad III tornou-se prisioneiro de um Sultão e a Valáquia foi dominada pelo império Otomano. Depois de mais algumas guerras Vlad II recuperou o trono e fez com que seu filho fosse solto. Mas foi assassinado pelos Otomanos e Vlad III virou o servo do seu novo imperador, mas sempre esperando a hora para contra-atacar, em vingança pela morte de seu pai. Foi com esses pensamentos que ele tomou o trono de volta. Este foi o início do grande período de Vlad III no trono: de 1456 ate 1462. Ele fez a cidade de Trigoviste sua capital, e ele construiu um castelo nas montanhas próximas ao Rio Arges. Ele começou a sua própria guerra contra os Turcos durante aquele período, e obteve certo êxito. Ele se tornou um herói, tinha habilidade de luta, e sua crueldade fez com que os soldados Turcos o temessem. Mas como vimos anteriormente, a Valáquia não tinha meios de prosseguir a investida contra os Turcos sem a a ajuda do rei da Hungria, Matthias Ccovinus, o filho de John Hunyadi. Ele o apoiou bem pouco. Também foi neste período que a maioria de suas atrocidades o fizeram abominável.Vlad III foi forçado a ir para Transilvânia de novo em 1462 , depois de outra invasão Turca. Sua esposa se jogou da torre do castelo, ela preferiu isto a ser levadas pelos Turcos. Vlad pediu ajuda ao rei, mas o mesmo em vez disto o colocou na prisão por doze anos. A sua prisão foi aparentemente agradável, pois aos poucos fora conquistando o rei novamente, e até conheceu e se casou com uma donzela da família real. Segundo alguns historiadores, a irmã do rei. Enquanto isso, o irmão de VladIII, Radu, assumiu trono de Valáquia, com a ajuda dos turcos. Em 1474, Vlad III tentou de novo retomar o trono. Ajudado pelo príncipe Stephen Bathory da Transilvânia, ele invadiu a Valáquia. Seu irmão, Radu, havia morrido alguns anos antes e havia sido sucedido por outro marionete Turco, Basarab o Velho. Quando os soldados de Vlad III se aproximaram, Basarab e sua partidários fugiram e Vlad III assumiu finalmente o trono. Mas logo depois, seus guardas fugiram, deixando Vlad numa situação difícil. Ele teve que deixar um exército de 4 mil homens invadir a Valáquia pois seus homens não tinham forças suficientes para lutar, porém com as últimas energias que lhe restavam, foi a luta e morreu. Uns dizem que morreu bravamente, como um herói. Mas a teoria mais aceita é que ele se desfarçou do exército inimigo para se infiltrar e foi morto por seus próprios homens. Sua cabeça foi mandada para Constantinopla onde o imperador enfiou num espeto e deixou de amotra para o povo dizendo que o torturador estava morto. Ele foi enterrado em Snagov, um mosteiro localizado perto de Bucareste. Lendo essa história ele deve ter parecido um herói para muitos, mas quando começamos a contar as coisas que ele fazia, como canibalismo, talvez tenha sido a maior ajuda que ele deu para ser transformado em vampiro pelos livros de ficçao. Dizem que no meio da sua mesa de jantar havia um enorme espeto, onde ele colocava um soldado inimigo vivo e começava a comer por pedaços, ouvindo os gritos como música. Ou quando ele punha seus inimigos de costas e enfiava uma estaca no ânus deles, e o sangue iria direto para seu cálice. Ou uma outra vez que ele convidou todos os mendigos de sua cidade para um jantar, e enquanto todos se divertiam ele pôs fogo na sala, indo jantar em outra assistindo os inocentes queimarem. A primeira pessoa a usar Drácula como um vampiro foi o escritor Bram Stocker. De fato, o personagem de Drácula, escrito por ele, se parece mais com um anjo quando se comparado ao verdadeiro. Enquanto que o Drácula de Stocker matava suas vítimas ocasionalmente, na vida real, Vlad dizimava cidades inteiras. Esta época parece ter sido cruel. Torturas de uma forma ou outra, quase que universal, os dois como castigo pelos crimes e infrações morais, mas também extraiam-se "confissões" de suspeitos. As pessoas eram executadas nas mais diversas formas de crueldade: cozidas vivas, despedaçadas pelos cavalos, eram queimadas, etc. Mas mesmo com este clima, o comportamento de Vlad se destacou. Seu sobrenome era Tepes (Empalador). A morte pela perfuração foi uma forma de execução que Vlad III usava com mais frequência. As estacas eram bem arredondadas, não afiadas, e se colocava óleo nelas. Quando a vítima era perfurada, geralmente pelo ânus, os outros orgãos eram deslocados, sem destruir, para que a vítima vivesse por horas, até mesmo dias em agonia extrema. O empalamento não foi a única forma de execução e tortura usados por Vlad III. As pessoas às vezes tinham pregos martelados em suas cabeças ou outras partes do corpo. Braços e pernas eram decepados, as pessoas eram cegadas. Orelhas e narizes era cortados. Os orgãos sexuais, especialmente das mulheres, eram mutilados. Na lista lia-se como uma enciclopédia de tudo que é horrível e cruel. Qualquer pessoa era sujeita a tortura e morte. Suas vítimas incluíam fazendeiros, nobres, comerciantes, príncipes, embaixadores de outros países, prisioneiros de guerra.Literalmente, qualquer pessoa. Suas vítimas mais comuns eram os comerciantes e os pequenos nobres de seu próprio país e da Transilvânia, contra quem ele detinha muito rancor desde o assassinato de seu pai e seus irmãos, pois os mesmos foram assassinados por esses. Muitas das atrocidades foram aparente tentativas para introduzir seu código moral sobre os cidadãos da Valáquia. As pessoas que se acredita serem preguiçosas, sem castidade (especialmente mulheres), mentirosos, inescrupulosos nos negócios (ou mesmo suspeito de estar sendo) eram sempre executados. Mas parece que ele não tinha a necessidade de justificar seus atos, e em alguns casos, os habitantes da vila inteira, homens, mulheres e crianças, foram torturados sem razão alguma. Devemos lembrar que enquanto Vlad III foi inacreditavelmente cruel, muitas destas histórias provêem de estudos que são um pouco suspeitos. Como diz o ditado: Os vitoriosos geralmente escrevem livros de histórias, e os vitoriosos nas batalhas naquela área não tinham grande amor por Vlad e sua família.

Fonte:
http://orbita.starmedia.com/houseofhorrors

sábado, 19 de setembro de 2009

Desculpas aos seguidores.

Peço desculpas a todos pelo blog estar parado,
mas estive afastado por falta de tempo. Só
agora estou conseguindo conciliar emprego
com descanso, agora controlando bem isso
e pretendo postar sempre que possível.

Por hoje vou deixando com vocês um poema
postado em nossa comunidade no Orkut.

Como provavelmente não poderei estar
preparando postagens diariamente, então
eu gostaria de pedir aos nossos queridos
"seguidores" dicas, sugestões ou até
reclamações caso tenham.

DAYVIDIMMORTAL@GMAIL.COM

Estarei aqui atensioso esperando um
e-mail de vocês.

Um poema postado na comunidade.



TEIAS NEGRAS


Teias negras envolvem meu ser...
Com as mãos tento romper e abrir...
Mas não há caminhos a percorrer...
Porque para todos os lados há somente teias...

Nado em todas as direções...
Mas as teias são imensas...
E o ser que as criou...
Nem mesmo ele consegue se aproximar...

Olho para o céu de teias negras...
E o sol negro que a tudo absorve...
Suga lentamente minhas forças...
Restando-me apenas rastejar...

Estendo o braço pensando poder tocar seus cabelos...
Mas não são cabelos, apenas teias...
Tecidas pelo inferno das dores...
Que sequer permite abrir minhas asas negras...

E sem poder alçar vôo...
Limito-me a caminhar e rasgar...
Panos negros e fétidos de maldade...
Maldade infinita, incomensurável...

Se ao menos houvesse um abismo...
Se ao menos existisse um deus...
Se ao menos eu tivesse a graça...
Das minhas forças contar...

Preso, imobilizado e sem esperanças...
Resta-me apenas esperar...
A morte chegar...
Devagar... Calma e serena...

Enquanto me debato inutilmente...
Sem saber mais o que fazer...
Sem saber mais o que faço aqui...
E o pior... Sem saber porque estou pagando tão caro...

By: Cesar Augusto Morelli